domingo, 13 de março de 2011

Carnaval em Pernambuco - um carnaval que vale por muitos!

Claro que eu não poderia deixar de falar sobre o carnaval MARAVILHOSO, diga-se de passagem, de PERNAMBUCO.

Fiquei realmente encantada.

Todo mundo deveria ir um dia e sentir na pele o amor dos pernambucanos em relação à sua cultura. Sentir também o calor humano que emana daquela terra e de como os turistas são recebidos de braços abertos.

É muito lindo ver todo mundo na rua, brincando em paz, tendo orgulho de fazer brilhar os olhos de quem vem de fora.




As principais influências para compor a cultura pernambuca vieram de alemães e (que felicidade) judeus:

Principais:


Alemães
Chã de Estevam foi a denominação de uma espécie de campo de concentração criado a 22 de novembro de 1942, no local onde hoje está situado o município de Araçoiaba, a 60 km do Recife, em terras da Fábrica de Tecidos Paulista, de propriedade da família Lundgren, fundadora das Casas Pernambucanas. Abrigou, até 1945, um grupo de 33 operários alemães e suas famílias, em casas de alvenaria.
Eles eram os empregados dos Lundgren, não sofriam maus-tratos, recebiam metade do salário a que tinha direito se estivessem trabalhando, tinham direito a manter correspondência com parentes na Alemanha e iam à feira sem vigilância ostensiva. As únicas restrições eram o afastamento do trabalho; a proibição de falar alemão e não se deslocar, sem autorização, ao Recife, mesmo que para tratamento médico.

Judeus
A comunidade judaica também deixou marcas na formação e no traçado da cidade do Recife: ela construiu mais de 300 casas e sobrados, escola, cemitério e a primeira ponte recifense (a Buarque de Macedo) foi encomendada por Maurício de Nassau a um jmudeu, Baltazar da Fonseca.
Muitos hábitos ainda hoje cultivados pelos pernambucanos são herança deixada pelos judeus: pintar a casa no final de ano; arrumá-la às sextas-feiras; comprar mercadorias em prestações à porta de casa, entre outros.
Depois da expulsão dos holandeses em 1654, a comunidade judaica pernambucana voltou a sofrer perseguição religiosa por parte dos portugueses e abandonou o Brasil.

Além dessas, existem outras como: indigenas, portugueses, africanos entre outros.

 

O carnaval pernambucano, especialmente em Olinda e Recife, é um dos mais animados do país, e essa característica cresceu paralelamente à extinção do carnaval de rua na maior parte das cidades brasileiras, por causa do desfile das escolas de samba. As principais atrações do carnaval pernambucano — cujos bailes também são os mais animados — são, na rua, o frevo, o maracatu, as agremiações de caboclinhos, a imensa participação popular nos blocos (reminiscências modernizadas dos antigos "cordões") e os clubes de frevo. Em Recife e Olinda os foliões cantam e dançam, mesmo sem uniformes ou fantasias, ao som das orquestras e bandas que fazem a festa. Os conjuntos de frevo mais animados são os Vassourinhas, Toureiros, Lenhadores e outros.



Agremiações carnavalescas semelhantes aos clubes e blocos, embora menos pretensiosas. Têm origem nas camadas mais pobres da população recifense e, geralmente, desfilam acompanhadas de pequenas orquestras e sem muito luxo. Tradicionalmente, só se apresentavam durante o dia, no período de carnaval.

O frevo é a música característica do carnaval pernambucano, surgiu no Recife por volta de 1900. É uma espécie de marcha de ritmo sincopado e frenético, que é sua característica principal.
Se tudo der certo, próximo ano vou de novo!


O bailado ao som do frevo é denominado passo; o dançarino, chama-se passista. A sobrinha que hoje é símbolo do carnaval de Pernambuco surgiu em decorrência do clima quente do recife: era a proteção contra o sol, usada pelas pessoas que acompanhavam as bandas na rua.




"Em pernambuco tudo é diferente... Não é à toa que aquela gente... Que vai lá não quer voltar." ALCEU VALENÇA

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