sábado, 9 de abril de 2011

Madrasta não, BOADRASTA!


Você conhece alguém e descobre que ele tem filhos.

Você pensa e repensa mil vezes e resolve começar a namorar com essa pessoa.

No começo você não sente muita diferença entre uma pessoa com filhos e uma pessoa sem filhos, pois o relacionamento ainda não é tão sério.

Com o tempo você vai vendo que as diferenças são muitas sim. Você nunca vai poder criar uma família com essa pessoa a partir do zero, pois outra criança já existe.

Você vai ter que ter maturidade para possivelmente se relacionar pro resto da vida com a mãe ou o pai da criança, entender que este é um laço que nunca vai se desfazer.

Você vai ter que aprender a conviver com a idéia de que seu parceiro(a) antes de lhe conhecer já tinha uma forte ligação com outra pessoa pra sempre.

Vai ter que saber fazer cara de paisagem nos aniversários, festas de escola e outros eventos, quando as famosas fotografias de pai, mãe e filho forem ser tiradas (isso quando o relacionamento dos pais é legal).

Vai ter que desmarcar compromissos a dois quando o filho do seu parceiro ficar doente.

Dizem que isso termina quando nascem nossos próprios filhos. Será?

Agora existe uma coisa que nunca pode ser esquecida: quando você conheceu esta pessoa, já sabia que ela tinha filhos, portanto, aprenda a conviver com isso.

Depois que você aprender tudo dito acima, tente minimizar os problemas tentando aprender a amar essa criança, que não tem culpa de nada.

Muita gente fala que a maioria das crianças adotadas são melhores para os pais que os filhos que nascem da gente, portanto, essa criança pode vir a ser melhor pra você do que seus próprios filhos.

Por que não “adotar” essa criança em seu coração?


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